Pequeno amor que morre e vive em meus sonhos mais lindos e, singelamente, sabe onde e quando chegar. Você não perturba meus sonhos, mas sim a minha realidade quando volta e meia dá meia volta e volta a me procurar.
Talvez eu devesse encarar os fatos e sentir quanto amor ainda poderia dar, mas como as aves no céu precisam mudar de ares no inverno, você pertence a outros céus.
Vem de graça e me tira o ar da graça. Depois some e voa outra vez como se nada tivesse feito voltar.
Esse teu pequeno amor que, talvez, um dia foi grande e hoje é apenas vaga nostalgia do que não pôde amar.
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